Competição iniciará hoje. São esperados surfistas de vários Estados do Brasil para o evento. Público deve comparecer em bom número
Imbituba
A segunda etapa do Imbituba Surf Tour 2017 iniciará hoje e seguirá até domingo recebendo o Circuito Brasileiro e Catarinense Profissional 2017 e categorias amadoras, na Praia da Vila. A competição é realizada pela Associação de Surfe de Imbituba e apoio da prefeitura.
No primeiro dia do evento, que integra a programação oficial da Semana Nacional da Baleia-Franca, será disputada a categoria profissional, valendo 500 pontos para o circuito estadual Fecasurf e 350 para o Brasileiro Profissional. Já nos dois últimos dias serão as nove categorias amadoras – petiz, infantil, iniciantes, mirim, junior, master, soul surf, feminino e adaptados -, valendo mil pontos para o ranking municipal.
A etapa oferecerá R$ 5 mil em espécie na Pro e mais quatro pranchas para as categorias de base, além de kits para os quatros primeiros colocados de cada categoria. As inscrições para as categorias amadoras ocorreram por meio do preenchimento de um formulário no link que está disponível na FanPage da ASI. As vagas foram limitadas e o prazo para se inscrever foi até a última quarta-feira.
De Osmar Gonçalves a Gabriel Medina, a história do surfe no Brasil é de longa data. O início foi em 1938, quando o paulista Osmar Gonçalves, em Santos, junto com um grupo de amigos, resolveu construir a primeira prancha de surfe que se tem registro no país. A prancha mais parecia um barco, com quase 4m de comprimento e cerca de 80kg, feita com base na revista americana “Popular Mechanics”. No litoral paulista, ele utilizava um remo para entrar nas ondas.
De Osmar Gonçalves a Gabriel Medina, a história do surfe no Brasil é de longa data. O início foi em 1938, quando o paulista Osmar Gonçalves, em Santos, junto com um grupo de amigos, resolveu construir a primeira prancha de surfe que se tem registro no país. O objeto mais parecia um barco, com quase quatro metros de comprimento e cerca de 80 quilos, feita com base na revista americana ‘Popular Mechanics’. No litoral paulista, ele utilizava um remo para entrar nas ondas.

